Estudo liga sulcos em dentes antigos ao uso de noz de areca
Marcas em dentes ancestrais revelam hábito de mastigar semente com efeitos psicoativos.
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Pesquisadores identificaram marcas incomuns em remanescentes humanos ancestrais, sugerindo o consumo habitual de uma semente com propriedades psicoativas.
A análise de vestígios arqueológicos aponta para o uso frequente da noz de areca, um produto amplamente utilizado em diversas regiões da Ásia. As marcas encontradas nos dentes, descritas como sulcos específicos, seriam resultado direto do hábito de mastigar essa semente ao longo do tempo.
A noz de areca é reconhecida por seus efeitos estimulantes no sistema nervoso central. Embora mantenha popularidade em várias culturas asiáticas até os dias atuais, o consumo da substância está associado a riscos significativos para a saúde bucal e sistêmica.
A descoberta oferece novas perspectivas sobre os costumes e o comportamento de populações antigas, evidenciando como práticas de consumo de substâncias psicoativas já faziam parte da rotina de grupos humanos há séculos.