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Novo método combina testes para identificar Alzheimer precocemente

Nova abordagem com exame de sangue e teste genético promete identificar risco de Alzheimer antes dos sintomas.

The Health Brief 1 min de leitura
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram uma estratégia capaz de detectar riscos de comprometimento cognitivo antes do surgimento de sintomas clínicos, conforme estudo publicado na revista The Lancet Neurology em 21 de setembro de 2026.

A metodologia baseia-se na integração de dois procedimentos distintos: a realização de um exame de sangue para medir biomarcadores específicos e a aplicação de um teste genético. A combinação dessas ferramentas permite uma estratificação de risco mais precisa para pacientes assintomáticos.

O uso de biomarcadores plasmáticos, como a proteína p-tau217, tem sido um foco crescente na pesquisa científica para o monitoramento da doença. Contudo, a prática clínica atual mantém a diretriz de que resultados isolados não são suficientes para um diagnóstico definitivo, sendo indispensável uma avaliação global que considere sintomas, memória e funcionalidade do indivíduo.

Historicamente, os testes genéticos são empregados para avaliar a predisposição e o risco de desenvolvimento de enfermidades, e não para confirmar a presença da patologia já instalada no organismo.

Apesar dos resultados promissores apresentados no estudo, a comunidade científica ressalta que a estratégia ainda requer a coleta de mais evidências. O método necessita de validação adicional antes de ser recomendado para implementação em larga escala na prática clínica.

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