Erupção vulcânica revela reação química que elimina metano
Erupção vulcânica gera reação química inesperada que destrói metano, abrindo novas frentes para combate ao aquecimento global.
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Fenômeno observado após a atividade do Hunga Tonga pode alterar modelos climáticos e oferecer novas estratégias para o controle do aquecimento global.
Pesquisadores identificaram que a erupção do vulcão Hunga Tonga desencadeou um processo químico inesperado na atmosfera, resultando na destruição de parte do metano presente no ar. A descoberta, publicada em 15 de setembro de 2026, surpreendeu a comunidade científica pela capacidade de mitigação natural de um dos gases de efeito estufa mais potentes.
O estudo sugere que a interação entre as partículas liberadas pelo vulcão e a composição atmosférica criou condições favoráveis para a degradação desse composto. Até o momento, os modelos climáticos não consideravam esse tipo de reação como um fator significativo na remoção de metano, o que pode levar a uma revisão das estimativas atuais de poluição atmosférica.
A compreensão desse mecanismo abre caminho para o desenvolvimento de novas metodologias voltadas à redução do aquecimento global a curto prazo. A partir dos dados coletados, cientistas buscam agora entender se processos semelhantes podem ser replicados ou se o evento foi uma ocorrência isolada decorrente das condições específicas daquela erupção.