Brilho das telas pode afetar mais o sono do que a luz azul

Brilho de telas, e não a cor, é o principal vilão do sono, aponta estudo que questiona filtros de luz azul.

The Health Brief • • 1 min de leitura
Foto: Reprodução

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Estudo recente questiona a eficácia de focar apenas na filtragem de luz azul antes de dormir, sugerindo que a intensidade luminosa dos dispositivos eletrônicos exerce um papel mais determinante na qualidade do descanso noturno.

A prática de utilizar smartphones, tablets e computadores logo antes de se deitar tornou-se um hábito comum na rotina contemporânea. Dados publicados em 2025, que analisaram o comportamento de 122.058 adultos, revelaram que 41% dos entrevistados fazem uso de telas na hora que antecede o sono. Em contrapartida, apenas 17% dos participantes relataram não utilizar qualquer tipo de dispositivo eletrônico nesse período.

O debate sobre a luz azul impulsionou um mercado voltado para a venda de óculos, películas protetoras e softwares de filtragem. No entanto, a análise atual contrapõe essa visão comercial, indicando que a redução da exposição à luz de forma geral, independentemente da tonalidade, pode ser uma estratégia mais eficaz para preservar o ciclo circadiano.

A reportagem, divulgada pela editoria de Equilíbrio da Folha de S.Paulo em 7 de setembro de 2026, aponta que o foco excessivo na filtragem de frequências azuis pode desviar a atenção do impacto real causado pelo brilho intenso das telas, que permanece como o fator central a ser considerado por quem busca melhorar a higiene do sono.

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