A neurociência por trás da trajetória política do clã Bolsonaro
Neurociência explica a estratégia de Flávio Bolsonaro para consolidar sua posição como sucessor familiar e eleitoral.
Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado no segundo turno das eleições, desde de avião em aeroporto na Flórida, em Miami, nesta quarta (28) (Ricardo Arduengo/AFP)
Em artigo publicado na coluna Equilíbrio da Folha de S.Paulo, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel analisa o comportamento político de Flávio Bolsonaro sob a ótica da neurociência e da observação de padrões familiares.
Herculano-Houzel aponta que o aspirante transita de uma posição de observador para a de articulador. O objetivo central seria convencer os apoiadores remanescentes de que ele é o sucessor com maior viabilidade eleitoral dentro da linhagem familiar.
A análise ocorre em um cenário político marcado pelo desfecho das eleições de 2026.
A neurocientista conclui que o comportamento do aspirante é moldado pela compreensão de que um objetivo político exige planejamento estratégico para ser alcançado, utilizando a herança do sobrenome como principal ativo na busca por influência entre os acólitos do pai.
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