A luta de brasileira contra a pior dor do mundo

Veterinária relata rotina de dor crônica e busca por alívio, meses após mobilizar campanha por eutanásia.

The Health Brief • • 1 min de leitura
Carolina Arruda participou de seu baile de formatura em uma cadeira de rodas devido à espondilite anquilosante, doença inflamatória crônica e autoimune que afeta principalmente a coluna vertebral e as grandes articulações, como… (Arquivo Pessoal)

Carolina Arruda participou de seu baile de formatura em uma cadeira de rodas devido à espondilite anquilosante, doença inflamatória crônica e autoimune que afeta principalmente a coluna vertebral e as grandes articulações, como… (Arquivo Pessoal)

A rotina de Carolina Arruda, veterinária de 30 anos, permanece marcada pela convivência com uma condição crônica severa, meses após mobilizar a internet em busca de recursos para um procedimento no exterior.

Em julho de 2024, a jovem iniciou uma campanha de arrecadação online com o objetivo de custear uma eutanásia, procedimento não disponível no Brasil. A iniciativa ganhou repercussão nacional ao expor a gravidade de seu quadro clínico, frequentemente descrito como a pior dor do mundo.

Desde então, a situação da veterinária não apresentou mudanças significativas.

O caso de Carolina trouxe à tona discussões sobre o manejo da dor crônica e os limites dos tratamentos médicos atuais para pacientes que enfrentam condições de difícil controle e impacto severo na qualidade de vida.

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