Uso de cetamina em caso de estupro na Cornell expõe risco em campi
Uso de drogas psicoativas em festas universitárias é apontado em ação judicial como facilitador de crimes sexuais.
Foto: Reprodução
Ação judicial movida por ex-estudante aponta o uso de substâncias psicoativas em festas universitárias como facilitador de crimes sexuais.
Em setembro de 2026, uma ex-aluna da Universidade Cornell, identificada como Jane Doe, protocolou uma ação civil acusando sete membros de uma fraternidade de estupro coletivo. Segundo o processo, a vítima teria sido pressionada a consumir cetamina durante uma festa organizada pelo grupo.
O caso reacendeu preocupações sobre a disponibilidade de drogas psicoativas no ambiente universitário e sua relação com a violência sexual. O professor de Medicina de Emergência e Pediatria, Christopher P. Holstege, analisou o cenário em artigo publicado no The Conversation em 15 de outubro de 2026, destacando como o acesso a essas substâncias agrava a vulnerabilidade dos estudantes.
A Agência Federal Antidrogas dos EUA (DEA) iniciou uma investigação para determinar a origem da cetamina utilizada na ocasião. O episódio também intensificou o debate sobre a aplicação da lei federal de direitos civis, conhecida como Title IX, na condução de denúncias de agressão sexual dentro de instituições de ensino superior.
Até o momento, não há informações confirmadas sobre o cronograma do julgamento ou sobre as conclusões da investigação conduzida pela DEA.
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