Suzana Herculano-Houzel questiona ética na inteligência artificial

Neurocientista alerta que avanço da IA exige freios éticos e responsabilidade, não apenas capacidade técnica.

The Health Brief • • 1 min de leitura
Foto: Reprodução

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Em artigo publicado na coluna Equilíbrio da Folha de S.Paulo, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel analisa os limites éticos e a responsabilidade no avanço tecnológico.

A autora contrapõe a capacidade técnica de realizar experimentos com a inteligência artificial ao dever moral de sua aplicação. Segundo a neurocientista, o simples fato de ser possível desenvolver novas tecnologias não justifica a continuidade irrestrita de testes, especialmente diante de cenários de descontrole.

Para a colunista, a conduta de prosseguir com experimentos apenas por viabilidade técnica é imprudente. Ela argumenta que a IA descontrolada serve como um alerta de que o desejo de inovar deve ser subordinado a critérios éticos rigorosos.

O texto marca um posicionamento crítico sobre o futuro das inovações digitais. A autora reforça que a evolução tecnológica exige um discernimento claro entre o que pode ser feito e o que deve ser implementado na sociedade.

Em paralelo a essa reflexão, a neurocientista prepara-se para uma viagem a Moscou, na Rússia, onde participará de um evento em duas semanas. Na ocasião, ela pretende abordar perspectivas sobre o futuro que deseja ver construído, focando em oportunidades de aprendizado coletivo e desenvolvimento humano.

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