Setembro chuvoso em São Paulo eleva riscos de mofo nas casas

Chuva recorde em São Paulo eleva riscos de mofo e problemas respiratórios em residências.

The Health Brief • • 1 min de leitura
Foto: Reprodução

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A capital paulista enfrenta o mês de setembro mais chuvoso desde 1943, com um acumulado que já supera três vezes a média histórica e favorece a proliferação de fungos em ambientes internos.

Dados da estação meteorológica do Mirante de Santana, do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), apontam que até a manhã de 14 de setembro foram registrados 253,8 mm de chuva. O volume ultrapassa o recorde anterior de 1983, que era de 243,1 mm, e a média climatológica mensal de 83,3 mm.

A sequência de dias nublados e a umidade do ar, que oscila entre 80% e 100% durante os períodos de precipitação, criam condições ideais para o surgimento de mofo nas residências. O problema, que traz riscos à saúde e danos materiais, é o tema central da edição 368 do podcast Bem-Estar.

A situação é monitorada por um gabinete de crise, que integra órgãos do Governo de São Paulo, Defesa Civil e serviços públicos desde o dia 11 de setembro. O fenômeno meteorológico é impulsionado pelo avanço de frentes frias associadas ao El Niño.

Segundo o meteorologista da Defesa Civil estadual, William Minhoto, a tendência é de agravamento. Como o mês ainda não terminou e há previsão de novas chuvas, o volume acumulado deve subir, ampliando ainda mais o recorde histórico atual.

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