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Dieta mediterrânea reduz marcadores de inflamação crônica

Nutrição mediterrânea reduz marcadores de inflamação crônica, associada a doenças graves.

The Health Brief • • 2 min de leitura
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Nova revisão científica publicada no periódico Nutrition Reviews aponta que o padrão alimentar mediterrâneo é eficaz na redução de marcadores biológicos associados à inflamação crônica de baixo grau.

O estudo, conduzido por pesquisadores australianos, analisou 225 pesquisas científicas que compararam 15 diferentes padrões alimentares. Os resultados confirmaram que a adesão a esse modelo nutricional auxilia na diminuição de indicadores como a proteína C-reativa e a interleucina-6, substâncias que, em níveis elevados, sinalizam processos inflamatórios persistentes no organismo.

A inflamação crônica de baixo grau é reconhecida pela comunidade científica como um fator de risco para o desenvolvimento de diversas condições graves, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, obesidade, problemas hepáticos metabólicos, doenças neurodegenerativas e certos tipos de câncer.

O padrão alimentar mediterrâneo é composto por uma base rica em hortaliças, frutas, grãos integrais, castanhas, pescados, lácteos magros e azeite de oliva. O levantamento ressalta que, embora o termo dieta anti-inflamatória seja frequentemente utilizado em redes sociais, não existe uma definição oficial para essa categoria, sendo o padrão mediterrâneo e as dietas vegetarianas os modelos com maior comprovação científica de impacto positivo na saúde.

A análise, divulgada pela agência Einstein e publicada na seção Equilíbrio da Folha de S.Paulo em 29 de setembro de 2026, reforça a importância da escolha dos alimentos na modulação da resposta inflamatória do corpo humano a longo prazo.

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