Anvisa endurece regras para uso compassivo da polilaminina
Anvisa aperta regras para uso experimental de polilaminina e responde a questionamentos sobre a substância.
Frasco de laminina no laboratório da Cristália, em Itapira, no interior de São Paulo (Eduardo Knapp/Folhapress)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou as diretrizes para a utilização da polilaminina em caráter compassivo, alinhando os critérios de acesso aos parâmetros estabelecidos no estudo clínico de fase 1 da substância experimental.
Com a atualização, o tratamento passa a ser limitado exclusivamente a pacientes que sofreram lesões na medula espinhal há, no máximo, 72 horas. Além disso, a aplicação da substância foi restrita a casos em que o dano está localizado na região torácica da coluna vertebral.
A medida, oficializada em 22 de outubro de 2026, impõe um controle mais rigoroso sobre a substância, que ainda se encontra em fase de testes.
A restrição busca garantir que o uso da polilaminina fora dos protocolos de pesquisa siga critérios técnicos específicos, visando a segurança dos pacientes e a integridade dos dados coletados durante a fase experimental.
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